quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
COISAS DE MONTE AZUL
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
NATAL FELIZ É COM A FAMÍLIA
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
TRANSITO, PEDESTRE E EDUCAÇÃO
O fluxo de veículos e pedestres cresceram muito nos últimos 10 anos e atualmente no Centro da cidade e nas demais vias de acessos ao Centro; e em algumas Avenidas de entrada e saída da cidade, é intensa a movimentação de veículos e pedestres. As Avenidas Raul Soares, Olegário Maciel e Quinze de Novembro, que são as principais vias de entrada ou saída de veículos para outros municípios precisam de placas indicativas e educativas, bem como faixas para pedestres. Temos também que educar nossos motoristas de automóveis, principalmente os de veículos de passeio, pois o excesso de decibéis no volume dos sons de seus carros prejudicam toda a população, sendo que o limite máximo suportado pelo ouvido humano é em torno de 130 decibéis.
A Praça do Mercado Municipal, a Rua Governador Magalhães Pinto, Governador Valadares e Getúlio Vargas; estas duas últimas nem calçadas públicas possuem para atender o segmento de pedestres. Todas elas também precisam de melhores sinalizações e em todas, faixas de pedestres. A Praça da Matriz, do Pernambuco, A Alameda Capitão José Custódio e a Rua Avelino Olímpio Fernandes(Banco do Brasil), todas de muito tráfego, precisam ser repensadas e pelo menos colocando-se nestas vias, faixas para pedestres.
Além disso tudo, temos ainda que educar nossos condutores de veículos a rodarem com menos velocidade nas vias urbanas e dizer para eles que o pedestre tem preferência sobre qualquer tipo de veículo. A alta velocidade que observamos em diversas oportunidades nas Ruas e Avenidas de nossa comunidade, se virarem rotinas, como vem acontecendo ultimamente, poderá causar perdas irreparáveis na cidade. Importante salientar que nas áreas urbanas de Monte Azul (Praças, Avenidas, Alamedas e Ruas, etc.), na falta de placas indicativas, a velocidade máxima permitida é de 40 km/hora.
Conscientizar ciclistas, motociclistas, etc., informando aos mesmos que as calçadas públicas são de usos exclusivos dos pedestres. Achamos que um trabalho dessa envergadura deveria envolver as seguintes instituições: Prefeitura Municipal, Polícias Civil e Militar, Associação Comercial, Escolas, Câmara Municipal, Auto Escolas e Igrejas. Com todos esses segmentos envolvidos, a divulgação de uma campanha educativa atingiria praticamente 100% da população e essas entidades seriam de grande valia na elaboração, execução e divulgação de um projeto de trânsito para nossa cidade.
11.11.2010
J O D A F E
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
COPASA, ABASTECIMENTO OU DESABASTECIMENTO
A COPASA, empresa estatal do Governo Mineiro, é a responsável direta pelo abastecimento de de água, principalmente na zona urbana. Só que até agora ela não tomou nenhuma providência para sanar, pelo menos emergencialmente, o problema. E não adianta culpar a falta de chuvas, pois sabemos há séculos que o Norte de Minas sempre viveu com escassez de chuvas. Então o desabastecimento atual não é atípico e deveria haver medidas antecipadas, medidas proativas para o fenômeno que certamente ocorre em toda região, em todos os anos e os gerenciadores do programa de distribuição da água nada fazem. Limitam-se as ações paliativas sem querer ou sem poder construir a solução difinitiva do grave problema da água.
Além da falta de água em nossas casas, consumimos há mais de 90 dias, um produto de pessíma qualidade. A Empresa pode até afirmar que a qualidade está dentro dos padrões internacionais para o consumo humano, mas, a população não se sente assim, pois a água consumida é desagradável ao paladar de qualquer pessoa. Nas últimas semanas a coisa piorou e está tornando-se insuportável. A liberação da água é somente em horário noturno, aproximadamente de 19:00 às 07:00 horas da manhã. Com este procedimento fica totalmente prejudicado o já precário "abastecimento" de água à população.
Será que os poderes constituídos; Executivo e legislativo em todos os níveis e principalmente o muncipal já não deveriam está envolvidos em defesa dos habitantes do município? E se estão porque não informar a população o que ocorre? É nessa hora que necessitamos do gerenciamento de qualidade dos poderes públicos, pois se dependermos somente da COPASA, estaremos a cada dia em situação mais aflitiva. Será que não temos direito de termos em nossos lares o bem mais precioso e primordial à vida do ser humano aqui em Monte Azul: a água potável, em qualidade e quantidade necessárias a nossa sobrevivência? Importante salientar que a vida em qualquer planeta inexiste sem a água.
01.11.2010
J O D A F E
terça-feira, 26 de outubro de 2010
OMISSÃO E IMPUNIDADE
A OMISSÃO GERA A IMPUNIDADE E ATROPELA A CIDADANIA, IMPOSSIBILITANDO A PRÁTICA DA JUSTIÇA.
Como podemos desejar a liberdade, a igualdade e a fraternidade, se fecharmos os olhos, omitindo-nos aos acontecimentos da comunidade? Temos que deixar o comodismo de lado e lembrar-nos sempre que os malefícios da corrupção e da violência que grassam pelo mundo inteiro, não são de responsabilidades apenas dos poderes constituídos, mais de toda a sociedade e esta por sua vez não pode calar-se, pois usando a lei do silêncio deixará prejudicado todo o trabalho do judiciário.
Na segunda grande guerra, Hitler, graças a omissão, provocou o holocausto, exterminando e perseguindo milhões de pessoas inocentes. Calar-nos diante de atos ilegais e concordarmos com a desobediência generalizada, é aceitar a tirania legalizada.
A omissão não deve ser aceita ou praticada em momento ou de modo algum. O caminho mais fácil de escravizar a sociedade; é ficarmos mudos perante a negação total de seus direitos. Omitindo-nos disfarçadamente pagaremos preços mais caros do que os erros cometidos sem disfarces. Parafraseando as Escrituras: "QUEM AGE CONTRA E ÀS ESCONDIDAS ACABA FAZENDO DO INIMIGO A SOMBRA QUE O PERSEGUE A VIDA INTEIRA."
26.10.2010
J O D A F E
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A SUJEIRA DE UMA CAMPANHA POLÍTICA
Em Monte Azul não foi diferente, principalmente aos sábados nos horários matutino e vespertino. O excesso do som e o fluxo constante de veículos com propagandas eleitorais circulando pelo centro da cidade, era irritante e maléfico á audição de todos os habitantes que trabalham, circulam e residem no centro da cidade. Será que não haveria uma melhor maneira e menos agressiva para que eventos desta natureza irritasse menos os tímpanos das pessoas?
Os políticos deveriam fazer uma nova e urgente reflexão na maneira de melhor conduzir suas campanhas pelas ruas e que elas se tornassem mais agradáveis e mais objetivas na conquista de eleitores, pois do jeito que estão, na maioria das vezes, elas espantam o cidadão.
Na nossa cidade, no dia três de Outubro, o descaso foi incrível. Monte Azul, em toda a extensão de sua área urbana, parecia mais um gramado de tantos "santinhos" e cartazes jogados pelas vias públicas e sem o mínimo constrangimento de partidos, militantes e candidatos , colocando assim seus interesses acima da verdadeira cidadania. E são eles, os políticos, que se dizem verdadeiros defensores do povo. A melhor defesa a ser feita não é através do mau exemplo, enchendo as ruas de entulhos publicitários sem a menor consideração aos seus habitantes.
Os logradouros públicos e a audição do povo não podem jamais virarem "lixões poluídos" de publicidade da política partidária. A continuar desta maneira, ainda chegaremos ao velho chavão usado na sabedoria popular: "EM ÉPOCA DE CAMPANHA POLÍTICA, TODO MUNDO ESCUTA, MAS NINGUÉM PRESTA A MÍNIMA ATENÇÃO".
19.10.2010
J O D A F E
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
TESTEMUNHO VERÍDICO SOBRE O TERÇO/ROSÁRIO
Certo dia, tia Tecoã, conhecida por toda a vizinhança, foi vender suas verduras na casa de um protestante e perdeu o seu terço/rosário no jardim da casa deste. Passados alguns dias, tia Tecoã voltou novamente a sua casa. Este veio logo a zombar de tia Tecoã, ele dizia para ela:
-Você perdeu o seu Deus?
Ela humildemente respondeu:
-Eu, perder meu Deus? Nunca!
Então, ele pegou o terço e disse:
-Não é este o seu Deus?
Ela disse: Graças a Deus, o senhor encontrou o meu terço, muito obrigada
Ele disse: Por que você não troca este cordão com estas sementinhas pela Bíblia?
Ela disse: Porque a Bíblia eu não sei ler, e com o terço eu medito a palavra de Deus e a guardo no coração.
Ele perguntou:
-Medita a palavra de Deus? Como assim? Poderia me dizer?
-Posso sim, respondeu tia Tecoã, pegando o terço. E disse:
-Quando eu pego a cruz, lembro-me que o Filho de Deus derramou todo o seu sangue pregado na cruz para salvar a humanidade. Esta primeira conta grossa me lembra que há um só Deus Onipotente. Estas três contas pequenas me lembram as três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Esta conta grossa me faz lembrar a oração que o Senhor mesmo nos ensinou, que é o Pai Nosso. O terço tem 5 mistérios que fazem as cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo cravado na cruz, e cada mistério tem 10 Ave Marias que me fazem lembrar que o Senhor Jesus Cristo mesmo escreveu na tábua de Moisés.
O Rosário de Nossa Senhora tem 15 mistérios que são: os 05 gozosos, 05 dolorosos e 05 gloriosos. De manhã quando me levanto para iniciar minha luta do dia eu rezo os gozosos, no meu cansaço e na fadiga do trabalho eu rezo os mistérios dolorosos, que me fazem lembrar a dura caminhada de Jesus Cristo para o Calvário. Quando chega ao fim do dia com as lutas todas vencidas eu rezo os mistérios gloriosos, que me fazem lembrar que Jesus venceu a morte, para dar a salvação a toda a humanidade. E agora me diga: onde está a idolatria?
Ele, depois de ouvir tudo isso, disse:
-Eu não sabia disso, ensina-me, tia Tecoã, a rezar o terço.
(Transcrito do folhetinh0 da E.M. -Evangelização Muda)
16.10.2010
J O D A F E
AS TRES PENEIRAS
Estamos sempre acostumados a passar para frente, como se fosse uma cadeia de notícias tudo que escutamos ou ficamos sabendo em nossa rotina diária. Jamais fazemos uma reflexão dos assuntos e os colocamos em seus devidos lugares. É necessário uma nova postura no repasse da informação; pesando seus valores, seus benefícios, malefícios e momentos oportunos do que vamos jogar em nossa rede de contatos.
Vejamos se somos capazes de avaliar corretamente as notícias que distribuímos entre nossos relacionamentos, reflita sobre o teste das três peneiras e faça a sua resenha.
AS TRES PENEIRAS (Autor Desconhecido)
Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta:
_Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva, Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe aparteou:
_Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
_Peneiras? Que peneiras, chefe?
_A primeiras, Olavo, é a da verdade. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?
_Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. _Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da bondade.
O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
_Claro que não! Nem pensar, Chefe.
_Então, sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a necessidade. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?
_Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar _ fala Olavo, surpreendido.
_Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? _diz o chefe sorrindo e continua: Da próxima vez em surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISA
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.
14.10.2010.
J O D A F E
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O Grande Deus
O Grande Deus
Ele é objeto da crença de milhões de mortais. Transcende a nossa realidade fugaz, dotado que é de onipresença, onipotência e onisciência. Sabe o que nos convém, ainda que nossa parca compreensão não capte seus mistérios. Ele governa nossas vidas e faz o feio ficar belo, o velho novo, o caro barato. Transforma o bandido em autoridade venerável; o especulador em mestre sagaz; o agiota em senhor de direitos. Por ser sagrado, não suporta a intervenção de Estado, um poder profano, nem admite duvidas ou críticas, pois é digno de fé. Ele se irrita com os nossos erros, rege mal aos nossos equívocos e se compraz quando damos ouvidos a seus sacerdotes. Susceptível, por vezes fica sumamente nervoso diante de acontecimentos que lhe desagradam ou, pela voz de seus profetas, manifesta tranqüilidade quando os ventos sopram ao seu favor.
Ele é o caminho, a verdade e a vida. Seu poder é legitimado por milhares de oráculos que, especializados em sua teologia, tratam de explicar, numa linguagem hermética, como ele é, age, abençoa ou amaldiçoa, oscila ou revela-se estável.
Insaciável, ele se alimenta de guerras e da fome alheia, manipula a economia dos povos do mundo, transporta fortunas para além das fronteiras, demonstra um apetite glutão por riquezas alheias.
Fora dele não há salvação. Ele se arvora em única porta da salvação e felicidade perpétua. Só ele, em sua infinita sabedoria, nos aponta o caminho do céu. Aqueles que nele não confiam são condenados ao desterro da pobreza, à exclusão de uma vida infinita infernal, ao estigma do fracasso e da despossessão.
Não se pode vê-lo. Mas está presente em toda parte: no sorvete da criança e na flor oferecida na esquina; no avião do banqueiro e no punhado de farinha com que o camponês engana a fome; nas relações empresariais e conjugais; nos tratados diplomáticos e nos funerais.
Nele, por ele e com ele as coisas adquirem valor, as pessoas, dignidade social, as comunicações, brilho, e o que é mentira se transubstancia em verdade, o que é errado, em correto, o que é mal, em bem.
Ele conduz os nossos passos, conhece as nossas mais intimas aspirações, promete saciar os nossos mais profundos desejos. Cheio de artimanhas, ele nos cerca por toda parte, e seus olhos publicitários jamais nos abandonam, seja na esquina, na traseira do ônibus, no programa de TV, na sacola de compras, nas páginas dos jornais.
Ele é o Deus do Mercado, frente ao qual todos os joelhos neoliberais se dobram, incensando-o com a alta dos juros, a evasão de divisas, a dependência externa. Seus templos possuem portas eletronicamente controladas e são protegidos pela vigilância permanente de guardas.
Seus missionários fiscalizam minuciosamente as contas dos países, determinam medidas impopulares, salvam contas ainda que com altar de ouro todas as vezes que seu poder é ameaçado.
Se contrariado, ele faz quebrar famílias, empresas, nações. Antievangélico, despreza a solidariedade e exalta a competitividade; repudia a partilha e canoniza a ganância; humilha a pobreza e consagra a riqueza como supremo bem.
Idolatrado, cerca-se de discípulos fiéis que jamais logram ver o mundo com os olhos da compaixão e da justiça. Seus acólitos tremem diante da oscilação de seus humores e mantêm presunçosa indiferença frente ao drama de multidões famintas.
Há muitos séculos, numa cidade do Oriente Médio, ele condenou à morte um homem que ousou, com chicote à mão, derrubar os que conspurcavam o templo com o tilintar de moedas que, a seus ouvidos, soavam como deleitável música. Levou à cruz um Deus no qual ele, hoje, professa confiança, desde que não interfira em seus negócios. Aliás, agora ele professa confiança em vão o nome desse Deus, para encobrir e legitimar os horrores que pratica.
JODAFE