terça-feira, 26 de outubro de 2010

OMISSÃO E IMPUNIDADE

É impossível sabermos onde começam e terminam nossos limites, se esquecermos que o direito é uma via de mão dupla e que a cada direito temos uma correspondente obrigação (dever). Portanto, esbravejar sem reagir através do testemunho, da denúncia e da solidariedade, pouco ou nada de útil podemos fazer pela proteção de nossos direitos.

A OMISSÃO GERA A IMPUNIDADE E ATROPELA A CIDADANIA, IMPOSSIBILITANDO A PRÁTICA DA JUSTIÇA.

Como podemos desejar a liberdade, a igualdade e a fraternidade, se fecharmos os olhos, omitindo-nos aos acontecimentos da comunidade? Temos que deixar o comodismo de lado e lembrar-nos sempre que os malefícios da corrupção e da violência que grassam pelo mundo inteiro, não são de responsabilidades apenas dos poderes constituídos, mais de toda a sociedade e esta por sua vez não pode calar-se, pois usando a lei do silêncio deixará prejudicado todo o trabalho do judiciário.

Na segunda grande guerra, Hitler, graças a omissão, provocou o holocausto, exterminando e perseguindo milhões de pessoas inocentes. Calar-nos diante de atos ilegais e concordarmos com a desobediência generalizada, é aceitar a tirania legalizada.

A omissão não deve ser aceita ou praticada em momento ou de modo algum. O caminho mais fácil de escravizar a sociedade; é ficarmos mudos perante a negação total de seus direitos. Omitindo-nos disfarçadamente pagaremos preços mais caros do que os erros cometidos sem disfarces. Parafraseando as Escrituras: "QUEM AGE CONTRA E ÀS ESCONDIDAS ACABA FAZENDO DO INIMIGO A SOMBRA QUE O PERSEGUE A VIDA INTEIRA."

26.10.2010

J O D A F E

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A SUJEIRA DE UMA CAMPANHA POLÍTICA

Nas recentes eleições, primeiro turno, ocorrido em 03.10.2010, além das sujeiras nas trocas de "farpas" entre candidatos, tivemos ainda que aguentar a poluição sonora e visual espalhada pelos candidatos através de carros de sons com excessos de decibéis, folders, cartazes e "santinhos" jogados por todos os logradouros públicos.

Em Monte Azul não foi diferente, principalmente aos sábados nos horários matutino e vespertino. O excesso do som e o fluxo constante de veículos com propagandas eleitorais circulando pelo centro da cidade, era irritante e maléfico á audição de todos os habitantes que trabalham, circulam e residem no centro da cidade. Será que não haveria uma melhor maneira e menos agressiva para que eventos desta natureza irritasse menos os tímpanos das pessoas?

Os políticos deveriam fazer uma nova e urgente reflexão na maneira de melhor conduzir suas campanhas pelas ruas e que elas se tornassem mais agradáveis e mais objetivas na conquista de eleitores, pois do jeito que estão, na maioria das vezes, elas espantam o cidadão.

Na nossa cidade, no dia três de Outubro, o descaso foi incrível. Monte Azul, em toda a extensão de sua área urbana, parecia mais um gramado de tantos "santinhos" e cartazes jogados pelas vias públicas e sem o mínimo constrangimento de partidos, militantes e candidatos , colocando assim seus interesses acima da verdadeira cidadania. E são eles, os políticos, que se dizem verdadeiros defensores do povo. A melhor defesa a ser feita não é através do mau exemplo, enchendo as ruas de entulhos publicitários sem a menor consideração aos seus habitantes.

Os logradouros públicos e a audição do povo não podem jamais virarem "lixões poluídos" de publicidade da política partidária. A continuar desta maneira, ainda chegaremos ao velho chavão usado na sabedoria popular: "EM ÉPOCA DE CAMPANHA POLÍTICA, TODO MUNDO ESCUTA, MAS NINGUÉM PRESTA A MÍNIMA ATENÇÃO".

19.10.2010

J O D A F E

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

TESTEMUNHO VERÍDICO SOBRE O TERÇO/ROSÁRIO

Havia uma senhora muito simples que vendia verduras na vizinhança. Vendia alface, cebolinha, etc.
Certo dia, tia Tecoã, conhecida por toda a vizinhança, foi vender suas verduras na casa de um protestante e perdeu o seu terço/rosário no jardim da casa deste. Passados alguns dias, tia Tecoã voltou novamente a sua casa. Este veio logo a zombar de tia Tecoã, ele dizia para ela:
-Você perdeu o seu Deus?
Ela humildemente respondeu:

-Eu, perder meu Deus? Nunca!
Então, ele pegou o terço e disse:

-Não é este o seu Deus?
Ela disse: Graças a Deus, o senhor encontrou o meu terço, muito obrigada
Ele disse: Por que você não troca este cordão com estas sementinhas pela Bíblia?

Ela disse: Porque a Bíblia eu não sei ler, e com o terço eu medito a palavra de Deus e a guardo no coração.
Ele perguntou:
-Medita a palavra de Deus? Como assim? Poderia me dizer?
-Posso sim, respondeu tia Tecoã, pegando o terço. E disse:

-Quando eu pego a cruz, lembro-me que o Filho de Deus derramou todo o seu sangue pregado na cruz para salvar a humanidade. Esta primeira conta grossa me lembra que há um só Deus Onipotente. Estas três contas pequenas me lembram as três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Esta conta grossa me faz lembrar a oração que o Senhor mesmo nos ensinou, que é o Pai Nosso. O terço tem 5 mistérios que fazem as cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo cravado na cruz, e cada mistério tem 10 Ave Marias que me fazem lembrar que o Senhor Jesus Cristo mesmo escreveu na tábua de Moisés.

O Rosário de Nossa Senhora tem 15 mistérios que são: os 05 gozosos, 05 dolorosos e 05 gloriosos. De manhã quando me levanto para iniciar minha luta do dia eu rezo os gozosos, no meu cansaço e na fadiga do trabalho eu rezo os mistérios dolorosos, que me fazem lembrar a dura caminhada de Jesus Cristo para o Calvário. Quando chega ao fim do dia com as lutas todas vencidas eu rezo os mistérios gloriosos, que me fazem lembrar que Jesus venceu a morte, para dar a salvação a toda a humanidade. E agora me diga: onde está a idolatria?

Ele, depois de ouvir tudo isso, disse:
-Eu não sabia disso, ensina-me, tia Tecoã, a rezar o terço.

(Transcrito do folhetinh0 da E.M. -Evangelização Muda)

16.10.2010

J O D A F E

AS TRES PENEIRAS

Estamos sempre acostumados a passar para frente, como se fosse uma cadeia de notícias tudo que escutamos ou ficamos sabendo em nossa rotina diária. Jamais fazemos uma reflexão dos assuntos e os colocamos em seus devidos lugares. É necessário uma nova postura no repasse da informação; pesando seus valores, seus benefícios, malefícios e momentos oportunos do que vamos jogar em nossa rede de contatos.

Vejamos se somos capazes de avaliar corretamente as notícias que distribuímos entre nossos relacionamentos, reflita sobre o teste das três peneiras e faça a sua resenha.

AS TRES PENEIRAS (Autor Desconhecido)

Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o chefe, saiu-se com esta:

_Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva, Disseram que ele...

Nem chegou a terminar a frase, o chefe aparteou:

_Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

_Peneiras? Que peneiras, chefe?

_A primeiras, Olavo, é a da verdade. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

_Não. Não tenho não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. _Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da bondade.

O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

_Claro que não! Nem pensar, Chefe.

_Então, sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira que é a necessidade. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

_Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que iria contar _ fala Olavo, surpreendido.

_Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? _diz o chefe sorrindo e continua: Da próxima vez em surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: VERDADE, BONDADE, NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,

PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISA

PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

14.10.2010.

J O D A F E