Não sei de quem seria a responsabilidade, mas, Monte Azul, na nossa maneira leiga de entender de trânsito, precisa urgentemente de criar, priorizar e manter constantemente um programa educativo para o trânsito em nosso município. A situação atual neste setor não é das melhores e a continuar da mesma maneira, poderemos em curto prazo, chegar a níveis caóticos no tráfego de veículos e pedestres pela vias públicas da cidade.
O fluxo de veículos e pedestres cresceram muito nos últimos 10 anos e atualmente no Centro da cidade e nas demais vias de acessos ao Centro; e em algumas Avenidas de entrada e saída da cidade, é intensa a movimentação de veículos e pedestres. As Avenidas Raul Soares, Olegário Maciel e Quinze de Novembro, que são as principais vias de entrada ou saída de veículos para outros municípios precisam de placas indicativas e educativas, bem como faixas para pedestres. Temos também que educar nossos motoristas de automóveis, principalmente os de veículos de passeio, pois o excesso de decibéis no volume dos sons de seus carros prejudicam toda a população, sendo que o limite máximo suportado pelo ouvido humano é em torno de 130 decibéis.
A Praça do Mercado Municipal, a Rua Governador Magalhães Pinto, Governador Valadares e Getúlio Vargas; estas duas últimas nem calçadas públicas possuem para atender o segmento de pedestres. Todas elas também precisam de melhores sinalizações e em todas, faixas de pedestres. A Praça da Matriz, do Pernambuco, A Alameda Capitão José Custódio e a Rua Avelino Olímpio Fernandes(Banco do Brasil), todas de muito tráfego, precisam ser repensadas e pelo menos colocando-se nestas vias, faixas para pedestres.
Além disso tudo, temos ainda que educar nossos condutores de veículos a rodarem com menos velocidade nas vias urbanas e dizer para eles que o pedestre tem preferência sobre qualquer tipo de veículo. A alta velocidade que observamos em diversas oportunidades nas Ruas e Avenidas de nossa comunidade, se virarem rotinas, como vem acontecendo ultimamente, poderá causar perdas irreparáveis na cidade. Importante salientar que nas áreas urbanas de Monte Azul (Praças, Avenidas, Alamedas e Ruas, etc.), na falta de placas indicativas, a velocidade máxima permitida é de 40 km/hora.
Conscientizar ciclistas, motociclistas, etc., informando aos mesmos que as calçadas públicas são de usos exclusivos dos pedestres. Achamos que um trabalho dessa envergadura deveria envolver as seguintes instituições: Prefeitura Municipal, Polícias Civil e Militar, Associação Comercial, Escolas, Câmara Municipal, Auto Escolas e Igrejas. Com todos esses segmentos envolvidos, a divulgação de uma campanha educativa atingiria praticamente 100% da população e essas entidades seriam de grande valia na elaboração, execução e divulgação de um projeto de trânsito para nossa cidade.
11.11.2010
J O D A F E
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
COPASA, ABASTECIMENTO OU DESABASTECIMENTO
Em Monte Azul (MG), estamos vivendo uma situação ímpar, parecendo até que vivemos isolados e excluídos do processo global do desenvolvimento sustentável. Vamos avaliar a grande dificuldade que os habitantes deste município enfrentam com a falta de água em suas casas, as vezes faltando água por dias inteiros e o povo não sabe o que fazer ou a quem recorrer.
A COPASA, empresa estatal do Governo Mineiro, é a responsável direta pelo abastecimento de de água, principalmente na zona urbana. Só que até agora ela não tomou nenhuma providência para sanar, pelo menos emergencialmente, o problema. E não adianta culpar a falta de chuvas, pois sabemos há séculos que o Norte de Minas sempre viveu com escassez de chuvas. Então o desabastecimento atual não é atípico e deveria haver medidas antecipadas, medidas proativas para o fenômeno que certamente ocorre em toda região, em todos os anos e os gerenciadores do programa de distribuição da água nada fazem. Limitam-se as ações paliativas sem querer ou sem poder construir a solução difinitiva do grave problema da água.
Além da falta de água em nossas casas, consumimos há mais de 90 dias, um produto de pessíma qualidade. A Empresa pode até afirmar que a qualidade está dentro dos padrões internacionais para o consumo humano, mas, a população não se sente assim, pois a água consumida é desagradável ao paladar de qualquer pessoa. Nas últimas semanas a coisa piorou e está tornando-se insuportável. A liberação da água é somente em horário noturno, aproximadamente de 19:00 às 07:00 horas da manhã. Com este procedimento fica totalmente prejudicado o já precário "abastecimento" de água à população.
Será que os poderes constituídos; Executivo e legislativo em todos os níveis e principalmente o muncipal já não deveriam está envolvidos em defesa dos habitantes do município? E se estão porque não informar a população o que ocorre? É nessa hora que necessitamos do gerenciamento de qualidade dos poderes públicos, pois se dependermos somente da COPASA, estaremos a cada dia em situação mais aflitiva. Será que não temos direito de termos em nossos lares o bem mais precioso e primordial à vida do ser humano aqui em Monte Azul: a água potável, em qualidade e quantidade necessárias a nossa sobrevivência? Importante salientar que a vida em qualquer planeta inexiste sem a água.
01.11.2010
J O D A F E
A COPASA, empresa estatal do Governo Mineiro, é a responsável direta pelo abastecimento de de água, principalmente na zona urbana. Só que até agora ela não tomou nenhuma providência para sanar, pelo menos emergencialmente, o problema. E não adianta culpar a falta de chuvas, pois sabemos há séculos que o Norte de Minas sempre viveu com escassez de chuvas. Então o desabastecimento atual não é atípico e deveria haver medidas antecipadas, medidas proativas para o fenômeno que certamente ocorre em toda região, em todos os anos e os gerenciadores do programa de distribuição da água nada fazem. Limitam-se as ações paliativas sem querer ou sem poder construir a solução difinitiva do grave problema da água.
Além da falta de água em nossas casas, consumimos há mais de 90 dias, um produto de pessíma qualidade. A Empresa pode até afirmar que a qualidade está dentro dos padrões internacionais para o consumo humano, mas, a população não se sente assim, pois a água consumida é desagradável ao paladar de qualquer pessoa. Nas últimas semanas a coisa piorou e está tornando-se insuportável. A liberação da água é somente em horário noturno, aproximadamente de 19:00 às 07:00 horas da manhã. Com este procedimento fica totalmente prejudicado o já precário "abastecimento" de água à população.
Será que os poderes constituídos; Executivo e legislativo em todos os níveis e principalmente o muncipal já não deveriam está envolvidos em defesa dos habitantes do município? E se estão porque não informar a população o que ocorre? É nessa hora que necessitamos do gerenciamento de qualidade dos poderes públicos, pois se dependermos somente da COPASA, estaremos a cada dia em situação mais aflitiva. Será que não temos direito de termos em nossos lares o bem mais precioso e primordial à vida do ser humano aqui em Monte Azul: a água potável, em qualidade e quantidade necessárias a nossa sobrevivência? Importante salientar que a vida em qualquer planeta inexiste sem a água.
01.11.2010
J O D A F E
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